Escrito por Bispo Emir Castro de Macedo
A Mulher do Fluxo de Sangue
(Lucas 8:40-56)
A importância desse acontecimento de dois mil anos atrás, mas que vem rompendo os séculos, ou o século dos séculos e chega até nós neste momento, tem o seu real valor. Nós o entendemos quando vivemos a mensagem passo a passo; quando passamos, para dentro de nós, a experiência bíblica que é um alimento valoroso. Vivemos aquele fato como se fosse hoje porque está registrado na Palavra de Deus, e a Palavra é o Senhor. Ele é o mesmo ontem, o mesmo eternamente, e o mesmo hoje. Nós invertemos a ordem para que pudéssemos receber a bênção agora. O fato em si é um milagre.
Uma mulher curada de uma hemorragia. Muitos são os milagres que temos presenciado, vivido e até aqueles dos quais participamos diretamente. Mas há algo mais profundo nesta mensagem que só descobrimos porque veio diretamente da boca do Senhor. É Ele que nos dá o verdadeiro sentido, o poder e o milagre dessa poderosa palavra.
Nesta introdução, peço do leitor toda atenção para acompanhar passo a passo o que Deus tem para você, para cada coração, para nós neste tempo do fim.
A Palavra nos fala de uma mulher sofrendo de um fluxo de sangue, de uma hemorragia no seu corpo. Era uma mulher doente e condenada à morte. Essa mulher tem um significado muito profundo que vai além do milagre, porque nela nós vemos o maior dos milagres. Ela significa você antes do encontro com o Senhor. Ela pode significar você, que tem uma experiência viva a receber neste momento, porque a Palavra de Deus é sempre nova, poderosa, viva. Ela é um alicerce para nós.
Quando eu afirmo que essa mulher é a igreja no geral e no particular, quero dizer que é a caminhada da igreja, a caminhada de cada um de nós até o encontro com o Senhor Jesus. Vejamos a caminhada desta mulher, antes condenada pela lei. Se o Senhor não faz acepção de pessoas na graça, a lei fazia acepção de pessoas. Ela era uma mulher condenada à morte. Era considerada imunda. Todos os meios que aquela mulher pôde utilizar foram utilizados. Recorreu aos médicos e estes, recebendo a mulher, tiram tudo dela não resolvendo o seu problema; pelo contrário, o problema crescia sobremaneira.
Você chegou até aqui; pode estar com um problema e já apelou para tudo e não resolveu. Esse problema pode ser físico e espiritual como o dessa mulher, porque ela era impedida pela lei de entrar no santuário e adorar a Deus. Ela estava impedida de participar da comunhão; era imunda. Finalmente, essa mulher perde tudo.
O que você perdeu até agora? Não chegou a tudo? Mas perdeu a fé, parte da consciência, a comunhão com Deus já não é a mesma; o buscar o reino de Deus e a sua justiça já mudou de ordem; você primeiro busca aqui, ali e acolá. Na verdade, a percentagem está maior no sentido terra e está diminuindo no sentido céu. Em Provérbios 4:18 é o contrário. Essa caminhada não pode ser assim, porque a caminhada, chamada de A VEREDA DO JUSTO, deve ser como a luz da aurora, que, a despeito de todas as oposições, vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.
O impedimento aí está, e ninguém engana a Deus. Deus conhece todas as coisas. Ninguém se esconde da Sua presença. Ele está presente, ainda que você não consiga sentir por causa do turbilhão que está na alma. Devido à força dos seus próprios pensamentos, você não sente a presença dele, mas Ele está presente. Mas você pode não apenas sentir esta presença, mas também tocar espiritualmente no Senhor!
Mas pode surgir uma pergunta: “Mas Ele é que devia me tocar e eu tenho de tocá-lo?” Ele já o tocou e você não deu atenção. O Senhor tornou a tocar, mas você esteve indiferente. Ele agora se aproxima e o ajuda no seu livre-arbítrio; faz com que você sinta, através desta mensagem, que Ele já o tocou, quer abençoá-lo, mas espera agora que, pelo seu livre-arbítrio, você toque na orla dele, na pessoa dele, para sentir o Seu poder.
Ele está presente. A lei havia decretado a morte daquela mulher. Sem Jesus, não há salvação. Mas, entre aquela mulher e a morte e o inferno, estava o Senhor Jesus Cristo. Na caminhada dela pela lei, em direção ao inferno e à morte, estava Jesus.
Você não foi impulsionado por forças estranhas, mas única e exclusivamente pelo Espírito Santo, para ler este livro e sentir que o Senhor Jesus está presente. Entre o caos e o mal que o problema pode ocasionar – quer de saúde, quer moral, quer espiritual – existem forças estranhas que podem tirar proveito disso, com a esperança de recebê-lo embaixo. Mas, agora, é diferente; entre esse caos, entre as forças estranhas, entre o que está lá embaixo e você, encontra-se a pessoa do Senhor Jesus Cristo. Ah! Ele está presente! Ele é comunhão. Ele, Jesus, é a substituição e a solução, remédio apropriado.
Todos pecaram e destituídos foram da glória de Deus. A maldição chegou a todos os homens. O estabelecimento de uma lei, que é a essência do próprio Deus, mostra o pecado, mas, ao mesmo tempo, advertia que ninguém pode se aproximar de Deus, vê-lo e viver; senão morreria. Então, a decretação da lei é morte. Para que esta sentença não viesse a ser executada, havia a necessidade de uma intervenção. A lei exigia que houvesse morte, que a sentença fosse cumprida.
E essa mulher, na sua caminhada, rompe tudo aquilo que era obstáculo porque ouvira falar de Jesus. É Ele que soluciona tudo isso. O impossível está com Ele. E não tendo mais nada, “zerou”. Agora é uma coisa ou outra; vida ou morte. É a única esperança. Ela diz: “Se eu romper e conseguir chegar até lá e tocar apenas na orla da Sua veste, eu não descerei à sepultura, a morte não me alcançará”.
Por isso, eu pedi que você se identificasse com aquela mulher. Você está sentado ou em pé? Você não precisa romper uma multidão. Você precisa, neste momento, é de entrar em comunhão, porque Ele não está distante; Ele está aqui. Alguém tem de chegar ao inferno; alguém tem de chegar à morte; aquela mulher tinha de chegar ao inferno e à morte. Nessa caminhada, ela toca no Senhor, procura se esconder; sua caminhada para ali. Há um mistério; o milagre chega, e o Senhor então sente que alguém o tocou, e diz: “De mim saiu virtude”. Contudo, a cura não se dá de qualquer maneira; e o mal? A justiça deve ser estabelecida.
O Senhor apenas parou a caminhada daquela mulher; deixou-a bem, deixou-a curada; a hemorragia desapareceu e Ele continuou a caminhada, que devia ser daquela mulher, para a morte e para o inferno. Como é maravilhoso o amor de Deus! Aleluia! Isto está se processando em você. Seja qual for a sua caminhada de agonia, ela vai cessar agora!
Amado leitor, se a sua mente está perturbada, Ele o deixa livre, e continua. Aquilo que o perturba, que o faz sofrer, em cada espinho da coroa, Ele vai receber esse sofrimento, essa luta, esse problema, essa agonia, essa depressão, essa opressão. O Senhor não vai permitir que venha a possessão do diabo porque o que vai possuí-lo é o Espírito Santo da Palavra.
Pela fé na Palavra, o Senhor está dizendo para aquela mulher: “No seu toque saiu de Mim poder para curar”. Mas e a lei? Ele recebeu a fraqueza e a anemia daquela mulher para enfermar. Ele transmitiu, para a doente e moribunda, o fortalecimento, a cura e o poder e recebeu dela, não o poder, mas a fraqueza para enfermar e morrer.
A lei não estava mais voltada para aquela mulher, mas passou a acompanhar o Senhor Jesus. Ele deixa a graça com aquela mulher e entra no dispositivo legal. E há em virtude disso o que não admitimos: Que outro nome possa ser apresentado a não ser esse glorioso nome, que é o poderoso nome de Jesus Cristo O Nazareno. Mas o promotor, o acusador, a essa altura dos acontecimentos, está completamente desnorteado, e o Senhor Jesus norteou a vida daquela mulher como está norteando a sua vida.
Há uma declaração para aquela mulher; uma declaração de transferência. Ele, que é o Filho unigênito de Deus, diz para aquela criatura de barro, uma criatura humana: “FILHA”. E quando há essa declaração – FILHA – os demônios tremem, porque o inferno não pode atormentar, nem pode escravizar nem condenar os que são filhos de Deus. Cabe ao Senhor dizer: “Eu abdico, agora, da minha condição de Filho e lhe dou a condição de filha. Eu a fortaleço e tomo a sua fraqueza. Você não tem mais sangue e vai morrer. Fica com o que tenho; Eu a renovo com o meu sangue; e vou morrer de uma hemorragia no seu lugar!”
O sangue humano, o sangue natural, exalta a cabeça da serpente, mas o sangue de Jesus, o sangue do Cordeiro sem mácula, queima, esmaga; é uma bordoada na cabeça de Satanás! “A tua fé te salvou!” Está declarada a salvação; vai em paz; não há mais guerra interior, não há mais luta, não há mais problema, só existe paz. Mas, o diabo é legalista, oportunista; ele é o promotor. O promotor se apega a qualquer coisa para acusar, mas o Senhor é um hábil Advogado.
Uma mulher de doze anos de pecado, de doze anos de maldição, chega até à hora da morte e vive. Satanás está querendo encontrar um “pezinho”; isso não pode. E esses doze anos que essa mulher passou? Mas uma menina de doze anos de idade, a quem não era imputado pecado, era inocente. Enquanto aquela mulher completa doze anos de pecado e vive, a outra com doze anos de inocência morre. Para cada um minuto da pecadora, um minuto da inocente. Jairo se prostrara aos pés do Senhor para pedir-lhe para ir à sua casa porque sua filha estava à morte. No momento em que o Senhor declarara vida para aquela mulher pecadora, a inocente morre. O mensageiro da morte chega a Jairo e diz: “Não importune mais o Mestre, porque a sua filha morreu”. E o Senhor chega àquela casa. Há choro, há lamentos, há desânimo. O quadro é de morte. O mensageiro da morte insuflado pelo diabo, encarnação do diabo, está satisfeito com a morte; está dizendo e querendo trabalhar na mente de Jairo: “Ela morreu”. E o Senhor chega, olha para todos, que choravam, e diz: “A menina dorme”. E eles começaram a debochar, a rir, porque sabiam que ela tinha morrido.
Amado leitor, o que quero apresentar-lhe é o que o Senhor está me dizendo neste exato momento: Ele pode tirar do estado de morte e colocá-lo apenas num sono que vai acordar.
Doze anos de imundície decretado pela lei: VIVE! Doze anos de inocência: MORRE! A menina não anulou o pecado da mulher pecadora, mas revelou o poder da graça redentora. Morreu inocente e ressuscitou pela Palavra. Digo com isso que o estado de inocência pode ser atacado pela morte para que venha o milagre da ressurreição. “Ainda que esteja morto viverá”. Sinta a presença do Senhor! Ele se faz presente!
O diabo tem atacado a inocência da sua filha, do seu filho? Ele acabou de chegar! O que está morrendo em você? Ele acabou de chegar! E o que você acha que morreu? Morreram os dons, a vontade de trabalhar, a oportunidade? Não. Ele acabou de chegar. Quem falou que morreu e acabou, foi o diabo. Mas o Senhor Jesus está dizendo que apenas deixou dormir para despertá-la neste momento. Ele está aqui! O Senhor chega à inocente que devia viver, porém, está morta; mas torna a viver.
Se você tiver um encontro com Jesus agora e sentir o poder do sangue dele na sua vida, volta a você o estado de inocência, porque Deus é o juiz que vai julgar e que apagou da memória dele, no grande computador universal, que é a mente de Deus, os seus pecados. Você volta ao estado de inocência e o diabo diz: “Devia morrer”; e o Senhor diz: “VIVE, pela inocência do meu Filho”. Quando Ele declara a inocência de Jesus em você, Ele o faz na ressurreição do Filho. Ele foi ao inferno, deu o brado de vitória contra o inferno e contra a morte. Quando ressuscitado, chamou e se apresentou a Maria Madalena, Ele não disse: “Vai dizer aos meus discípulos que eu subo ao meu Pai, vosso Pai.”, mas falou de uma maneira mais categórica e imperativa: “Vai dizer aos meus irmãos, que eu subo para o meu Pai e vosso Pai”. Ah! O diabo diz: “O que faço agora? Ele foi declarado Pai deles!” O Senhor nos declarou irmãos dele! Então, subiremos para o Pai do Senhor Jesus e nosso Pai. Sabe por quê? Porque em João 15, esse Pai tem prazer de colher os frutos nesses galhos que são da videira – seu Filho, a videira verdadeira.
Amado, Deus, Espírito da vida, passou com Jesus por nós. Deus, Juiz, a lei, passa pela mulher, a igreja, com o Filho. A lei vinha acompanhando aquela mulher, mas passa com aquela mulher pelo Filho. O Filho é graça. O Filho fica com a lei e deixa a mulher prosseguir com a graça. É aí que se entende as três horas da tarde, quando a lei mantinha o culto e a adoração no segundo véu do templo. Deus estava presente; ministrava ali uma vez por ano; o povo estava do lado de fora, medroso. A Lei mantinha o pecador afastado, mas agora a lei é satisfeita; foi um grito lá no Calvário às três horas da tarde, “Tudo está consumado!” O véu da lei não se rasga tão-somente; ele apodrece, se desfaz, de cima para baixo. Um caminho é aberto de baixo para cima; o caminho é Jesus! Esse caminho foi aberto de onde você está aqui, embaixo, para o céu! Para o céu! Caminho para todos em Cristo. Ele não faz acepção de pessoas.
Ao passar pelo Filho, por você, Deus o absolve, ao mesmo tempo em que condena o Filho; Ele o ampara, ao mesmo tempo em que desampara o Filho. E o Senhor Jesus grita: “Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?” E o Pai responde: “Filho, você está sendo desamparado, mas veja quantas ovelhas Eu estou tendo o prazer de amparar!” Aleluia! E quando Jesus vê o amparo de Deus, Ele diz: “Tudo está consumado!”. Lei cumprida, graça estabelecida: “Em tuas mãos entrego o meu Espírito”. Nesse momento, o barro Oleiro volta a ser o Oleiro do barro. Sinta, agora, a sua posição, amado leitor! Jesus, primeiro foi declarado inocente para morrer, porque Deus vai ressuscitar o pecador, inocentado pelo Filho.
Você percebe essa bênção, essa comunhão com Deus? Vejamos um exemplo que confirma essa verdade: o filho pródigo. Ele gasta tudo, joga tudo fora; é perdedor. “Zera” na lama dos porcos. Eu posso ver aqueles bichos debaixo querendo puxar, subindo para puxar os pés do pródigo para baixo. Os porcos estavam todos de boca para baixo, para a lama, mas o Espírito não permitiu que ele baixasse a boca para comer o que estava lá embaixo. Ele se lembrou do alimento da casa do pai. É lá que está o alimento para matar a fome. É lá que está a roupagem para me tirar este frio. Eu estou tiritando de frio. É lá que está a solução. “Levantar-me-ei e irei ter com meu pai”. Neste momento, querido leitor, você também pode se levantar. O diabo não tem o direito de impedi-lo. Ele se levanta para estar com o pai. Levante-se, porque alguém pagou tudo o que você fez: Jesus! Quando você toma posse dessa verdade e caminha, o milagre tem início. É claro que você caminha com dificuldade, machucado, cambaleando, mas o Pai sabe de sua fraqueza. Mas Ele não tem fraqueza; Ele é forte! Ele já se levantou e está correndo, porque no momento em que você cambaleia sem força e vai cair, encontra o amparo no ombro dele.
Agora você sai amparado por Ele e vai dizer: “Quando estou fraco aí é que sou forte”. Você está sentindo o poder de Deus? Você pode receber uma bênção poderosa e a sua vida nunca mais será a mesma, mas muito melhor ainda. Você está crendo?
Se há uma enfermidade, coloque a mão sobre ela porque ela vai sair em nome de Jesus. É a glória de Deus, amado. É a renovação do Senhor. É a misericórdia do Senhor sobre a sua vida. Se há um “espinhozinho” na carne e não foi tirado, Ele tem a graça sobre você e diz: “A minha graça te basta!” A tua graça é melhor que a vida. Oh que glória! Oh que libertação! Oh que bênção!
Amado leitor, Deus quer confirmar a obra de Suas mãos. Coloque-as sobre a sua cabeça agora; deixe fluir o poder. Senhor, coloque poder nestas mãos. Comece a sentir o poder agora. Sinta que o mal vai descendo. Sinta que o problema que persiste vai desaparecendo. É a glória de Deus que está acontecendo. É o poder do céu. É a renovação do céu. É a glória. É de glória em glória. É de luz em luz. Manifesta, Senhor, a Sua glória sobre todos os leitores, em nome de Jesus.
CONCLUSÃO
Meu desejo não é entrar em polêmica com os que desprezam a Palavra de Deus, cujo objetivo não é a edificação, mas a satisfação do próprio Ego, mutável de acordo com o que possa oferecer-lhe o momento, embora transitório e incerto. Exemplo: Jesus em Mateus 15:26 – “Então, ele, respondendo, disse: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos”. Como alimentar os cães antes dos filhos? O que realmente sobraria para os filhos? Migalhas? São os que edificam com seus próprios argumentos.
GRAVEM: A Palavra é o suave e separado lugar de descanso da verdadeira FÉ, que é o abrigo tranquilo onde o nosso interior reina com o reino de Deus e a sua justiça. Nela encontramos o verdadeiro refúgio diante de todas as correntes contraditórias de pensamentos e sentimentos meramente humanos. Devemos guardar a Palavra de Deus em nosso coração, como fonte de água viva – João 7:37 – fluindo do nosso caminhar, como a luz que brilha mais e mais – Provérbios 4:18 – até ser dia perfeito.
Oremos para que, nestes dias de crescente hipocrisia e engano, a Palavra do Senhor seja mais e mais preciosa ao nosso coração, proporcionando na formação do nosso caráter, uma conduta que governe todas as nossas relações, glorificando a vontade e o nome do Senhor, em tudo.
Não está ao alcance do mais sábio ser humano inconverso, entender, por mais simples que seja, a relação divina, pois jamais chegará ao tema da inspiração das Sagradas Escrituras. A ausência de unção o levará à completa incompetência para tratar de tão precioso assunto. Os infiéis, os racionalistas, edificam sobre seus conhecimentos e filosofias, e se julgam competentes para se constituírem juízes da Palavra de Deus, levando-a para o enganoso jogo de palavras. Todavia, as trevas judiciais, cegueira e dureza de coração passam, surgindo a pergunta:
“Onde está o sábio? Onde, o escriba? Onde, o inquiridor deste século? Porventura, não tornou Deus louca a sabedoria do mundo?... aprouve a Deus salvar os que creem pela loucura da pregação” – I Coríntios 1:20-21.
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