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sábado, 14 de fevereiro de 2026

O Povo de Deus – Israel & Igreja

 Escrito por Bispo Emir Castro de Macedo

 

O Povo de Deus – Israel & Igreja

            Falamos muito do “povo de Deus”.

            Quem é o povo escolhido de Deus?

            Esse povo é composto de dois grupos: ISRAEL e a IGREJA.

Em Gênesis 22:17, Deus promete a Abraão: “Multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus, e como a areia na praia do mar”. Estrelas – a descendência celestial e espiritual, a IGREJA. Paulo nos ensina bem claramente em Gálatas 3:29: “E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa”. Pela fé em Jesus Cristo, tornamo-nos descendência de Abraão. A areia simboliza Israel (os israelitas), descendência natural ou terrena. Em I Coríntios 15:46, Paulo diz: “Mas não é primeiro o espiritual, e sim o natural; depois, o espiritual”. A ordem pela qual Deus trabalha é, primeiramente, fazer algo na nação de Israel; depois, Ele prossegue com os eventos paralelos na igreja. Esses dois funcionam num relacionamento mútuo. Quando as coisas acontecem em Israel, há algo mais que corresponde a elas acontecendo na igreja.

            Portanto, ao examinarmos os acontecimentos em Israel e os acontecimentos na igreja, podemos ver um cumprimento simultâneo, duas trilhas paralelas do propósito divino, com ambas nos fornecendo evidências ou sinais do que Deus está fazendo. Para conhecermos os sinais dos tempos, temos de examinar primeiramente Israel e, em segundo lugar, a igreja. Primeiro, o que é natural; depois, o espiritual. Assim procedendo, chegamos à notícia de grande alegria: Jesus está voltando. Aleluia! Preparemo-nos para esse evento.

            Durante a primeira guerra mundial, o General Allenby, das Forças Armadas Inglesas, marchou sobre Jerusalém. Os ingleses ocuparam a região, tomaram o controle, e a Terra de Israel (apelidada de Palestina pelo Imperador Romano Adriano, em 135 d.C.) se tornou um Protetorado Britânico, após mais de 400 anos sob o domínio do Império Otomano (Turquia). Desse acontecimento, surgiu “A Declaração de Balfour”. A Inglaterra declarou que a Terra de Israel era uma terra natal para a qual os judeus do mundo inteiro poderiam emigrar. A maioria dos judeus não quis regressar. Eram muito prósperos e estabelecidos, em sua condição de dispersos pelos cantos do mundo. Portanto, não houve muitos que aproveitaram essa porta que se abriu para a sua salvação. Não deram ouvido à promessa de Ezequiel 37:1. Deus abriu uma porta de fuga para eles, mas, infelizmente, não passaram por ela para entrarem em segurança na Terra de Israel, ocasionando a morte de seis milhões de judeus sob o domínio de Hitler na Segunda Guerra Mundial.

            A porta da graça está aberta; Jesus está voltando. Não deixemos que o laço do materialismo que custou a milhões de judeus a própria vida, venha nos envolver agora.

            Tudo que Deus faz é gerado. Não acontece simplesmente, mas é sempre gerado. Gênesis 1:2 diz: “Havia trevas sobre a face do abismo e o Espírito de Deus pairava por sobre...” No hebraico, a expressão “pairava por sobre...” significa “chocava sobre”, como uma galinha cobrindo um ninho de ovos. Outra tradução poderia ser “tinha dores de parto sobre”, como uma mulher que está dando à luz uma criança. O Espírito de Deus teve dores de parto sobre as trevas, chocou-as, proporcionando uma grande renovação e restauração. Em Lucas 23:44 ao 46, vemos o brado de vitória de nosso único Salvador sobre as trevas, ocasionando os maravilhosos acontecimentos descritos em Mateus 27:51-54. Aleluia! Toda a obra, a verdadeira obra do Espírito, é gerada no útero da fiel obediência à Palavra, em constante oração e dores de parto da intercessão.

            Precisamos do trabalho de parto da oração intercessora para gerarmos o que Deus está querendo fazer. Foi isso o que Elias fez. Ele orou até que a palavra do Senhor se concretizasse.

            Esses são princípios importantes de entendimento espiritual. O que Deus faz, Ele gera através da intercessão do Seu povo. Devemos obedecer. “Obedecer é melhor de que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros” – I Samuel 15:22. Quando Deus começa a falar conosco, a obediência é tudo o que Ele quer – nada mais. Ele não quer sacrifícios; Ele quer a obediência.

            Meus queridos, sejamos obedientes à Palavra do Senhor. AMÉM.

        A noite está avançada e os ataques se tornam cada vez mais intensos. Então, mantenha-se firme em Jesus e permaneça na posição de crucificado com Cristo – Gálatas 2:19 – até que Ele volte. Una-se em OBEDIÊNCIA de fé com o Espírito Santo, de forma que possa exclamar com Ele: “Vem, Senhor Jesus” – Apocalipse 22.20. Não leve em conta o ambiente hostil do presente século, que mostra que estamos no tempo do fim, e no qual presenciamos as maiores guerras e as mais profundas mudanças políticas e religiosas. O sistema se arma, e se torna essencial assentarmos no coração, agora, a não nos contaminarmos com coisa alguma do mundo. Essa é a única esperança para os que querem triunfar. Amém.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Carnaval e Páscoa - A mistura letal

  Casa de Oração Pentecostal Vida Nova

Extraído do Manual do Obreiro Pág. 45 

Manual do Obreiro 

Capítulo 17

Das datas comemorativas e místicas.

             – Datas tais como: Semana santa, natal, páscoa e outras, como dia dos pais, das mães, etc., etc.; Sexta Feira, mês de agosto, mês de maio, etc.)

            - Entender que todas essas festas tem cunho comercial, destacando-se aqui as duas maiores festas comerciais do planeta que é o natal e páscoa. Sendo ambas as festas de caráter religioso, mas o que tem de Bíblia é degenerado, fermentado, adulterado e amaldiçoado e por isso não convém aos santos do Senhor Jesus Cristo.

            - Quanto à páscoa, que não é a Páscoa Judaica, ela está ligada diretamente ao carnaval (bacanal da carne) obedecendo o rito sequencial de carnaval, cinzas, quaresma, semana santa e páscoa. Não há como separá-las, pois até na elaboração do calendário gregoriano a data de uma depende da outra. Portanto tiveram a mesma origem.

            Apocalipse 18:4E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.

“Na quarta vigília da noite”

 Escrito por Bispo Emir Castro de Macedo

“Na quarta vigília da noite”

(Mateus 14:22-33)

            Introdução:

            Após a multiplicação dos pães, compeliu (constrangeu, ordenou) os discípulos a embarcarem. E despedidas as multidões, SUBIU AO MONTE PARA ORAR SOZINHO.

            Em caindo a tarde lá estava Ele só. Enquanto isso, o barco já estava longe a muitos estádios da terra.

            Os ventos contrários açoitavam o BARCO (seu trabalho, emprego, lar), enfim, todo tipo de dificuldade.

            NA QUARTA VIGÍLIA DA NOITE, entre 03 (três) e 6 (seis) horas da manhã, AO VEREM-NO andando sobre o MAR, FICARAM ATERRADOS (amedrontados). Jesus imediatamente lhes falou: “TENDE BOM ÂNIMO, NÃO TEMAIS!”

            Pedro - “Se és tu, Senhor, manda-me ir ter contigo, por sobre as águas. O AMOR DE PEDRO PARA COM JESUS.

            Jesus disse: Vem!

            Pedro andou por quanto tempo?

            O convite do Senhor: “Vinde a mim...”

            Os que obedecem com fé, andam por sobre as dificuldades, impossibilidades, tristezas. REPARANDO, PORÉM, NA FORÇA DO VENTO.

            É quando tiramos os olhos de Jesus, Hebreus 12: 2 - “Olhando firmemente para Jesus, Autor e Consumador da nossa fé.” (Simplificado)

            O exemplo de Pedro nos mostra que a nossa MAIOR FÉ, vem acompanhada de dúvida. O que fazer? Quando falamos: Jesus, cremos! Temos que falar clamando: Ajuda-me na minha incredulidade! “Por que duvidaste?” Não foi reprovado pelo seu pedido, mas porque desviou os olhos do Senhor, não perseverando na caminhada sobre o tumulto para completar o percurso e chegar lá! Não podemos desistir!

            Outro exemplo: Elias e os profetas de Baal.

            Jesus está voltando! Ao contemplarmos a crescente ameaça do mal, com inversão de valores, investida contra a imutabilidade da Palavra do Espírito; o humano tentando se sobrepor ao divino. A sabedoria humana, entretanto, jamais prevalecerá contra a Palavra do Espírito do Senhor que nunca falha, e cujo amor é infinito e cujo poder é supremo.

            O anelo de nossa vida cotidiana é o que confirma realmente a nossa vida prática, nos aspirando a última súplica da Bíblia: “Vem, Senhor Jesus!”

            O Senhor Jesus, é o Rei da Glória, e, como homem já nasceu rei, enquanto os demais foram apontados como rei pela política do mundo.

            Que maravilha quando Deus fez o homem à sua semelhança!

            Mas o que nos maravilha e nos enche de agradecimento, é quando se fez a si mesmo na forma mais fraca de uma criança recém-nascida.

            Para conhecermos realmente o Senhor, temos que conhecer as Escrituras, examinando-as conforme João 5:39 - “Examinais as escrituras, e cuidais ter nelas, a vida eterna.”

            Somente confiando nas Escrituras e crendo no Senhor, como elas nos inspira, é que seremos vitoriosos na perseverança, olhando para Jesus, como lemos em Hebreus 12:2.

            Pedro descendo do barco para estar com Jesus repara na força do vento, tem medo e começou a submergir, e gritou: Salva-me, Senhor! - Mateus 14:30.   O que aprendemos?

            Que muitos começam bem, mas retiram os olhos do Senhor, começam a afundar. A perseverança é interrompida.

            Exemplo: A perda do 1º Amor - Igreja em Éfeso

            Semente entre os espinhos.

             

               Texto Bíblico 

            Mateus 14:22-33 - “E logo ordenou Jesus que os seus discípulos entrassem no barco, e fossem adiante para o outro lado, enquanto despedia a multidão. E, despedida a multidão, subiu ao monte para orar, à parte. E, chegada já a tarde, estava ali só. E o barco estava já no meio do mar, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário; mas, à quarta vigília da noite, dirigiu-se Jesus para eles, andando por cima do mar. E os discípulos, vendo-o andando sobre o mar, assustaram-se, dizendo: É um fantasma. E gritaram com medo. Jesus, porém, lhes falou logo, dizendo: Tende bom ânimo, sou eu, não temais.

            E respondeu-lhe Pedro, e disse: Senhor, se és tu, manda-me ir ter contigo por cima das águas. E ele disse: Vem. E Pedro, descendo do barco, andou sobre as águas para ir ter com Jesus. Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me! E logo Jesus, estendendo a mão, segurou-o, e disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste? E, quando subiram para o barco, acalmou o vento. Então aproximaram-se os que estavam no barco, e adoraram-no, dizendo: És verdadeiramente o Filho de Deus.”

 

O Povo de Deus – Israel & Igreja

  Escrito por Bispo Emir Castro de Macedo   O Povo de Deus – Israel & Igreja               Falamos muito do “povo de Deus”.     ...