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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Carnaval e Páscoa - A mistura letal

  Casa de Oração Pentecostal Vida Nova

Extraído do Manual do Obreiro Pág. 45 

Manual do Obreiro 

Capítulo 17

Das datas comemorativas e místicas.

             – Datas tais como: Semana santa, natal, páscoa e outras, como dia dos pais, das mães, etc., etc.; Sexta Feira, mês de agosto, mês de maio, etc.)

            - Entender que todas essas festas tem cunho comercial, destacando-se aqui as duas maiores festas comerciais do planeta que é o natal e páscoa. Sendo ambas as festas de caráter religioso, mas o que tem de Bíblia é degenerado, fermentado, adulterado e amaldiçoado e por isso não convém aos santos do Senhor Jesus Cristo.

            - Quanto à páscoa, que não é a Páscoa Judaica, ela está ligada diretamente ao carnaval (bacanal da carne) obedecendo o rito sequencial de carnaval, cinzas, quaresma, semana santa e páscoa. Não há como separá-las, pois até na elaboração do calendário gregoriano a data de uma depende da outra. Portanto tiveram a mesma origem.

            Apocalipse 18:4E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.

“Na quarta vigília da noite”

 Escrito por Bispo Emir Castro de Macedo

“Na quarta vigília da noite”

(Mateus 14:22-33)

            Introdução:

            Após a multiplicação dos pães, compeliu (constrangeu, ordenou) os discípulos a embarcarem. E despedidas as multidões, SUBIU AO MONTE PARA ORAR SOZINHO.

            Em caindo a tarde lá estava Ele só. Enquanto isso, o barco já estava longe a muitos estádios da terra.

            Os ventos contrários açoitavam o BARCO (seu trabalho, emprego, lar), enfim, todo tipo de dificuldade.

            NA QUARTA VIGÍLIA DA NOITE, entre 03 (três) e 6 (seis) horas da manhã, AO VEREM-NO andando sobre o MAR, FICARAM ATERRADOS (amedrontados). Jesus imediatamente lhes falou: “TENDE BOM ÂNIMO, NÃO TEMAIS!”

            Pedro - “Se és tu, Senhor, manda-me ir ter contigo, por sobre as águas. O AMOR DE PEDRO PARA COM JESUS.

            Jesus disse: Vem!

            Pedro andou por quanto tempo?

            O convite do Senhor: “Vinde a mim...”

            Os que obedecem com fé, andam por sobre as dificuldades, impossibilidades, tristezas. REPARANDO, PORÉM, NA FORÇA DO VENTO.

            É quando tiramos os olhos de Jesus, Hebreus 12: 2 - “Olhando firmemente para Jesus, Autor e Consumador da nossa fé.” (Simplificado)

            O exemplo de Pedro nos mostra que a nossa MAIOR FÉ, vem acompanhada de dúvida. O que fazer? Quando falamos: Jesus, cremos! Temos que falar clamando: Ajuda-me na minha incredulidade! “Por que duvidaste?” Não foi reprovado pelo seu pedido, mas porque desviou os olhos do Senhor, não perseverando na caminhada sobre o tumulto para completar o percurso e chegar lá! Não podemos desistir!

            Outro exemplo: Elias e os profetas de Baal.

            Jesus está voltando! Ao contemplarmos a crescente ameaça do mal, com inversão de valores, investida contra a imutabilidade da Palavra do Espírito; o humano tentando se sobrepor ao divino. A sabedoria humana, entretanto, jamais prevalecerá contra a Palavra do Espírito do Senhor que nunca falha, e cujo amor é infinito e cujo poder é supremo.

            O anelo de nossa vida cotidiana é o que confirma realmente a nossa vida prática, nos aspirando a última súplica da Bíblia: “Vem, Senhor Jesus!”

            O Senhor Jesus, é o Rei da Glória, e, como homem já nasceu rei, enquanto os demais foram apontados como rei pela política do mundo.

            Que maravilha quando Deus fez o homem à sua semelhança!

            Mas o que nos maravilha e nos enche de agradecimento, é quando se fez a si mesmo na forma mais fraca de uma criança recém-nascida.

            Para conhecermos realmente o Senhor, temos que conhecer as Escrituras, examinando-as conforme João 5:39 - “Examinais as escrituras, e cuidais ter nelas, a vida eterna.”

            Somente confiando nas Escrituras e crendo no Senhor, como elas nos inspira, é que seremos vitoriosos na perseverança, olhando para Jesus, como lemos em Hebreus 12:2.

            Pedro descendo do barco para estar com Jesus repara na força do vento, tem medo e começou a submergir, e gritou: Salva-me, Senhor! - Mateus 14:30.   O que aprendemos?

            Que muitos começam bem, mas retiram os olhos do Senhor, começam a afundar. A perseverança é interrompida.

            Exemplo: A perda do 1º Amor - Igreja em Éfeso

            Semente entre os espinhos.

             

               Texto Bíblico 

            Mateus 14:22-33 - “E logo ordenou Jesus que os seus discípulos entrassem no barco, e fossem adiante para o outro lado, enquanto despedia a multidão. E, despedida a multidão, subiu ao monte para orar, à parte. E, chegada já a tarde, estava ali só. E o barco estava já no meio do mar, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário; mas, à quarta vigília da noite, dirigiu-se Jesus para eles, andando por cima do mar. E os discípulos, vendo-o andando sobre o mar, assustaram-se, dizendo: É um fantasma. E gritaram com medo. Jesus, porém, lhes falou logo, dizendo: Tende bom ânimo, sou eu, não temais.

            E respondeu-lhe Pedro, e disse: Senhor, se és tu, manda-me ir ter contigo por cima das águas. E ele disse: Vem. E Pedro, descendo do barco, andou sobre as águas para ir ter com Jesus. Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me! E logo Jesus, estendendo a mão, segurou-o, e disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste? E, quando subiram para o barco, acalmou o vento. Então aproximaram-se os que estavam no barco, e adoraram-no, dizendo: És verdadeiramente o Filho de Deus.”

 

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Aos pés de Jesus Cristo o Nazareno

 Escrito por Bispo Emir castro de Macedo

A POSIÇÃO DA IGREJA

         1. Na humilhação;

            2. Aos pés do Senhor.

            Quanta exaltação está em evidência neste tempo do fim! Exaltação na adoração, no louvor; tão perto do Senhor, mas ao mesmo tempo tão distante, como Judas Iscariotes, o formalista que em vez de apreciar e descer como Maria aos pés de Jesus João 12:3 – aplica a arma do murmúrio, da censura. Judas, tesoureiro do colégio apostólico, era um crítico que não conhecia e nem podia ouvir a música na alma daquela que se curvava aos pés mais lindos e suaves e também poderosos, que esmagou a cabeça da serpente em sua vida. Aleluia! Maria nos legou preciosa lição. O lugar de um discípulo e de um servo é aos pés do Mestre e Senhor.

            O nosso coração é o recipiente desse nardo, cujo valor deve ser o amor, a perseverança que leva junto à própria cabeça, com os pensamentos meramente humanos, aos pés do Senhor. Encheu-se a casa de um cheiro suave, não ficando nenhuma parte de fora, a não ser as dos “Judas”, que nunca compreendem, pois são ególatras, egocêntricos, egoístas. Maria deu o melhor que possuía e recebeu o melhor do Senhor, a sua vida. Quando o Senhor Jesus no Calvário recebia os cravos que refletiam a maldade humana, podia ainda sentir a ação carinhosa e tão amorosa de Maria aos seus pés, exalando precioso nardo de amor.

             João 12:1-8 “Foi, pois, Jesus seis dias antes da páscoa a Betânia, onde estava Lázaro, o que falecera, e a quem ressuscitara dentre os mortos. Fizeram-lhe, pois, ali uma ceia, e Marta servia, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele. Então Maria, tomando um arrátel de unguento de nardo puro, de muito preço, ungiu os pés de Jesus, e enxugou-lhe os pés com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do unguento.

Então, um dos seus discípulos, Judas Iscariotes, filho de Simão, o que havia de traí-lo, disse: Por que não se vendeu este unguento por trezentos dinheiros e não se deu aos pobres? Ora, ele disse isto, não pelo cuidado que tivesse dos pobres, mas porque era ladrão e tinha a bolsa, e tirava o que ali se lançava. Disse, pois, Jesus: Deixai-a; para o dia da minha sepultura guardou isto; Porque os pobres sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes.”

Carnaval e Páscoa - A mistura letal

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