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segunda-feira, 2 de março de 2026

Beatitudes 7 – Os Pacificadores

 Escrito por Bispo Emir Castro de Macedo

Beatitudes 7 – Os Pacificadores

            Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus.”  Mateus 5:9

            Para ter uma sabedoria pacífica, é necessário entender o contraste entre a sabedoria de cima (do alto) com a sabedoria carnal. Para ser pacífica precisa ser primeiramente pura como se lê na Epístola de Tiago 3:17“Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia (fingimento).


           
A sabedoria de um Mestre:

            Primeiro, precisa receber do Senhor para ensinar.

            1 Coríntios 11:23“Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão.” (Simplificado)

            Em paz promove a justiça. Tiago 3:18“Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz.” O que é evitar a inveja, o espírito faccioso e em paz promover a justiça.

            Busca a sabedoria lá do alto. Tiago 3:13“Quem dentre vós é sábio e entendido? Mostre pelo seu bom trato as suas obras em mansidão de sabedoria.

            A sabedoria que não vem do alto, é terrena animal e demoníaca. Tiago 3:14“Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade.

            Hebreus 12:14“Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.”

            Avançar na santificação. Tiago 4:4“Infiéis (Adúlteros e adúlteras), não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.


            Isaías 9:6“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.

            Gálatas 5:22,23“Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei.

            Concluindo dizendo, que o Espírito Santo é o Espírito de Paz.  Devemos exercer a mansidão e o respeito uns com os outros, principalmente na responsabilidade a que estão imbuídos na obra, sem deboche e zombaria.

            Nota: O deboche, leva tristeza, desregramento dos costumes e má conduta que entristece, desconforta e desconsola com sorriso irônico que causa amargura. Estes, jamais ou nunca pacificam.

            Os obreiros que se perdem quando recebem certa posição ou cargo espiritual na obra (igreja). O primeiro sintoma é de rebelião de um estado de espírito particular, mas que tem a sua origem que é a síndrome luciferina; causa oriunda da exaltação que precisa ser refreada ou debelada.

            Para sermos chamados filhos de Deus precisamos ter a sua natureza. Manso e humilde de coração. E para que realmente isto aconteça, necessitamos da revelação da experiência do Profeta Isaías, após ver o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono.

            Isaías 6:1-5“No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi também ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono; e a cauda do seu manto enchia o templo. Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas; com duas cobriam os seus rostos, e com duas cobriam os seus pés, e com duas voavam. E clamavam uns aos outros, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória. E os umbrais das portas se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça. Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos.

            Após a visão – “Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos.

            O chamamento de Isaías, nos ensina que ao sermos chamados para uma missão espiritual, devemos morrer então para nós mesmos, para vivermos a vida em Cristo, obtendo assim a vida eterna, graciosamente concedida; reconhecermos a necessidade de purificação de nossos pecados, que só pode ser providenciada por Deus e aplicada a cada indivíduo.

            Nota: Quanto mais humilhado, perseguido, incompreendido e morrendo, mais próximos estaremos da exaltação no glorioso dia do arrebatamento que está tão próximo. Quando subiremos ao Seu encontro entre nuvens. Aleluia!

         Envia-me a mim.

            É a oferta de si mesmo, sem mais hesitação, para seguir as suas pisadas, sem comodismo e demovendo todo egoísmo irresponsável.

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